Paarticipantes : Andressa, Alexandre , joao, Nicmar, croc e Puma
chegaram até nova york e a gsolina do trailer acabou (a casa deles era 3 cidades depois de joinville (jaraguá) mais eles pegaram carona com um taxi chegaram no areporto de sp (60 horas depois) foram, para jaraguá maiiiiiiiissssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss tinha um ploblema eles esqueceram 2 rock animals na ilha! chegaram la de novo e os rock animals tinham devorado o dino. levaram os rock animals para casa deram alimento pra eles mais eles falavam que estavam tão satsfeito quanto um dino!
Fimm espere o proximo capitulo!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Direitos animais
A defesa dos direitos animais(PB), direitos dos animais (PE) ou da libertação animal, também chamada simplesmente abolicionismo [1] constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos. É um movimento social radical[2] [3] que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais[4], mas que procura incluí-los numa mesma comunidade moral [5] que os humanos, fornecendos os interesses básicos aos animais, protegendo da dor, por exemplo, e dando a mesma consideração que os interesses humanos. [6] A reivindicação é de que os animais não sejam propriedade ou "recursos naturais" nem legalmente, nem moralmente justificáveis, pelo contrário deveriam ser considerados pessoas. [7] Os defensores dos direitos animais advogam o veganismo como forma de abolir a exploração animal de forma direta no dia-a-dia.
Cursos de lei animal estão agora inclusos em 69 das 180 escolas de direito dos Estados Unidos[8], a idéia da extensão da qualidade de pessoas (ou sujeito de direito) é defendida por vários professores como Alan Dershowitz[9] e Laurence Tribe da Harvard Law School. [7] No Brasil destacam-se os promotores de justiça Laerte Levai e Heron Santana. O Projeto dos Grandes Primatas (GAP) está em campanha para a adoção da declaração dos Grandes Primatas, que deve contemplar gorilas, orangotangos, chimpanzés e bonobos numa "comunidade dos iguais", juntamente com seres humanos, estendendo para estes os três interesses básicos: direito à vida, proteção da liberdade individual e proibição da tortura. [10] Este tem sido visto pelo um crescente número de advogados pelos diretos animais como um primeiro passo para a garantia de direitos para outros animais, outros enxergam como uma forma de exclusão do. [1][11]
Com uma característica condenada como bem-estarista pelos defensores de direitos animais, a Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada em assembléia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978.
Índice [esconder]
1 História do conceito
2 História do movimento moderno
3 Filosofia
3.1 Diferentes posições
3.1.1 Posição baseada em direitos
3.1.2 Tom Regan
3.1.3 Posição Utilitarista
4 Bem-estarismo
5 Leis
6 Animais utilizados em guerras
7 Associações de Direitos Animais
8 Ver também
9 Notas
10 Referências
11 Ligações externas
[editar] História do conceito
Jeremy Bentham (1748-1832) é considerado um dos escritores que ampliaram o campo para a posterior elaboração dos direitos animaisO debate sobre direitos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. [6] No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles, escreveu no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía assim sendo os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos. [6]
No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumenta que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo assim os maus-tratos não eram errados. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumenta, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade". [12] Entretanto, como animais são seres sencientes "eles deveriam também participar do direito natural e que o homem é responsável no cumprimento de alguns deveres deles, especificamente "um tem o direito de não ser desnecessariamente maltratado pelo outro." [12]
Também Voltaire respondeu a Descartes no seu Dicionário Filosófico:
Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, idéias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias.Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumenta que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", ele argumenta, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". [13] Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio, deve ser a medida para como nós tratamos outros seres. Se a habilidade da razão fosse critério, muitos Seres Humanos incluindo bebês e pessoas especiais, teriam também que serem tratados como coisas, escrevendo o famosos trecho: "A questão não é eles pensam ? Ou eles falam? A questão é: eles sofrem".
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais. Sua crítica à ética Kantiana é uma vasta e freqüente polêmica contra a exclusão dos animais em seu sistema moral, que pode ser exemplificada pela famosa frase: "Amaldiçoada toda moralidade que não veja uma unidade essencial em todos os olhos que enxergam o sol."
O conceito de direitos animais foi assunto de um influente livro em 1892, Animals' Rights: Considered in Relation to Social Progress, escrito pelo reformista britânico Henry Salt que formou a Liga Humanitária (Humanitarian League) um ano mais cedo, com o objetivo de banir a caçada como esporte.
[editar] História do movimento moderno
O movimento moderno de direitos animais pode ser traçado no início da década de 70 e é um dos poucos exemplos de movimentos sociais que foram criados por filosófos [3] e que permaneceram na dianteira do movimento. No início da década de 70 um grupo de filósofos da Univesidade de Oxford começou questionar porque o status moral dos animais não-humanos era necessariamente inferior à dos seres humanos. [3] Esse grupo incluía o psicólogo Richard D. Ryder, que cunhou o termo "especiecismo" em 1970, usado num panfleto impresso [14] para descrever os interesses dos seres na base de membros de espécies particulares.
Ryder tornou-se um contribuidor com o influente livro Animals, Men and Morals: An Inquiry into the Maltreatment of Non-humans, editado por Roslind e Stanley Godlovitch e John Harris e publicado em 1972. Foi numa resenha de seu livro para o New York Review of Books que Peter Singer, agora Professor de Bioética na University Center for Human Values na Universidade de Princeton, resolveu em 1975 lançar Libertação Animal o livro é freqüentemente citado como a "bíblia" do movimento de direitos animais, mas que na realidade não concede direitos morais, nem legais para os animais não-humanos, pois basea-se no utilitarismo .
Nas décadas de 80 e 90 o movimento se juntou numa larga variedade de grupos profissionais e acadêmicos, incluindo teólogos, juizes, físicos, psicologistas, psiquiatras, veterinários, [6] patologistas e antigos vivisseccionistas.
Livros considerados como referência são Animals, Property, and the Law (1995), Rain Without Thunder: The Ideology of the Animal Rights Movement (1996) e Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog (2000) de Gary Francione, The Case for Animal Rights (1983) de Tom Regan; Created from Animals: The Moral Implications of Darwinism (1990) de James Rachels, Rattling the Cage: Toward Legal Rights for Animals (2000) de Steven M. Wise e Animal Rights and Moral Philosophy (2005) de Julian H. Franklin. [6]
[editar] Filosofia
Direitos Animais é um conceito onde todos ou alguns animais são capazes de possuir a suas próprias vidas; onde eles vivem por que deveria ter, ou têm, certos direitos morais; e onde alguns direitos básicos deveriam estar contemplados em lei. A visão dos defensores dos direitos animais rejeita o conceito onde os animais são meros bens capitais ou propriedade dedicada ao benefício humano. O conceito é freqüentemente usado de forma confusa com o bem-estar animal, que é uma filosofia que acredita que a crueldade empregada em animais é um problema, mas que não dá direitos morais específicos à eles.
A filosofia dos direitos animais não sustenta necessariamente a premissa de que animais humanos e não-humanos são iguais. Por exemplo, os defensores dos direitos animais não defendem o direito de voto para galinhas. Alguns ativistas também fazem distinção entre animais sencientes e auto-conscientes e outras formas de vida, com a crença de que somente animais sencientes ou talvez somente animais que tenha um significante grau de auto-consciência deveriam ter o direito de possuir suas próprias vidas e corpos, independente da forma como são valorizados por humanos. Outros podem estender esse direito para todos os animais incluindo todos que não tenham desenvolvido sistema nervoso ou auto-consciência. Ativistas sustentam a idéia de que qualquer ser humano ou instituição que comodifica animais para alimentação, entretenimento, cosméticos, vestuário, vivissecção ou outra razão qualquer infringe contra os direitos dos animais possuírem a si mesmo e procurarem seus próprios fins.
Poucas pessoas poderiam negar que grandes primatas não-humanos são inteligentes, são cientes de sua própria condição, têm objetivos e talvez tornem-se frustrados quando têm sua liberdade podada.
Em contraste, animais como a água viva têm sistemas nervosos simples e tendem a serem mais autômatos, capazes de reflexos básicos, mas incapazes de formular qualquer fim para suas ações ou planejar o futuro. Mas a biologia da mente é uma grande caixa preta que clama consideração pela existência e ausência de mente em outros animais. O Neurocientista Sam Harris aponta:
Inevitavelmente, cientistas tratam a consciência como mero atributo de certos animais de cérebro grande. O problema, entretanto, não é sobre o cérebro, como ele sobreviveu como sistema físico, através do que é o portador peculiar, a dimensão interna de cada um de nós experiência como consciência em seu próprio caso.... A definição operacional de consciência.... é reportabilidade. Mas consciência e reportabilidade não são a mesma coisa. É uma estrela do mar consciente? Não há ciência que dê conta da consciência com reportabilidade que irá oferecer uma resposta a esta questão. Para olhar para a consciência no mundo com base em seus sinais externados é a única coisa que podemos fazer.
E então, quando nos sabemos muitas coisas sobre nós mesmos [e outros animais] em termos anatômicos, psicológicos e evolucionários, nós não estamos tendo idéia do porque é "parecido com algo" para ser o que somos. O fato do universo ser iluminado onde você está, o fato de seus pensamentos, modos e sensações terem uma característica qualitativa é um absoluto mistério. [15]
O debate de direitos animais se parece muito com o debate sobre aborto, se complica pela dificuldade em estabelecer um corte claro de distinções entre a base moral e julgamentos políticos. O padrão relacional humano / não-humano é profundamente enraizado na pré-história e nas tradições.
Oponentes dos direitos animais têm tentado identificar diferenças moralmente relevantes entre humanos e animais que pudesse justificar a atribuição de direitos e interesses aos primeiros e não aos últimos. Variadas distinções entre humanos já foram propostas, incluindo a posse da alma, a habilidade de usar a linguagem, auto-consciência, um alto grau de inteligência e a habilidade de reconhecer os direitos e interesses alheios. Entretanto, tais critérios encontram dificuldades onde eles não parecem ter aplicação em todos ou somente os humanos: cada um poderia ser aplicado para alguns, mas não para todos humanos ou para todos humanos, mas também alguns animais.
[editar] Diferentes posições
Peter Singer e Tom Regan são os mais conhecidos defensores da libertação animal, no entanto eles diferem em suas posições filosóficas. Outro influente pensador é Gary L. Francione, que apresenta a visão abolicionista onde animais não-humanos deveriam ter o direito básico de não serem tratados como propriedade de humanos.
[editar] Posição baseada em direitos
O trabalho de Gary Francione (Introduction to Animal Rights, et.al.) tem a premissa básica de que os animais não-humanos são considerados propriedade e que nessa condição não podem ter garantidos seus direitos. Ele aponta que falar em igual consideração de interesses de sua propriedade contra o próprio interesse do proprietário é uma idéia absurda. Sem o direito básico de não ser propriedade de animais humanos, animais não-humanos não terão quaisquer direitos, ele diz.
Francione afirma que a senciência é o único determinante válido para o status moral, diferentemente de Regan que vê degraus qualitativos em experiências subjetivas de "sujeitos-de-uma-vida" de quem cai nesta categoria. Francione afirma que não há atualmente um movimento de direitos animais nos Estados Unidos, mas somente um movimento bem-estarista. Alinhado em sua posição filosófica e em seu trabalho legal pelos direitos animais (Animal Rights Law Project [1]) na Rutgers University, ele aponta que um esforço para aqueles que não advogam a abolição do status de propriedade dos animais é desorientado, em seus inevitáveis resultados na institucionalização da exploração animal. Em sua lógica inconsistente e falida nunca alcançarão seus objetivos melhorando as condições de tratamento (posição neo-bem-estarista), ele argumenta. Pior que isso, Francione acredita que muitos grupos estão a tornar mais eficiente e lucrativo o negócio de exploração animal. Francione sustenta que a sociedade dando o status de membros da família para cães e gatos e ao mesmo tempo matando galinhas, vacas e porcos para alimentação sofre de uma "esquizofrenia moral".
Toda a posição abolicionista acredita que o movimento de direitos animais deve se basear na educação para o veganismo, como uma forma de colocar em prática as mudanças no próprio dia-a-dia.
[editar] Tom Regan
Tom Regan (The Case for Animal Rights e Jaulas Vazias) afirma que animais não-humanos são "sujeitos-de-uma-vida", carecem de direitos como humanos. Ele afirma que os direitos morais dos humanos são baseados na possessão de certas habilidades cognitivas. Essas habilidades são compartilhadas pelo menos por alguns animais não-humanos sendo assim alguns animais deveriam ter os mesmos direitos morais que seres humanos.
Animais nessa classe tem um valor intrínseco como indivíduos, e não podem ser desrespeitados como meios para um fim. Isso é também chamado visão de "dever direto". De acordo com Regan, nós deveríamos abolir a criação de animais para comida, experimentação e caça comercial. A teoria de Regan não se estende para todos os animais sencientes, mas somente para aqueles que podem ser enquadrados como "sujeitos-de-uma-vida". Ele coloca, por exemplo, que todos os mamíferos com pelo menos um ano de idade pode ser qualificado nessa categoria.
Enquanto Singer se concentra a princípio em melhorar o tratamento dos animais e aceita que animais poderiam ser legitimamente usados para benefício (humano ou não-humano), Regan acredita que temos a obrigação moral de tratar animais como nos trataríamos pessoas e aplica a ideia estrita Kantiana que eles nunca deveriam ser sacrificados como simples meios para fins e sim, como fins para eles mesmos. É notável a idéia de que mesmo Kant não acreditava que animais eram assunto para o que ele chamava de lei moral; ele acreditava que nós temos o dever moral de mostrar compaixão, porque não podemos nos embrutecer e não pelos animais em si.
[editar] Posição Utilitarista
Embora Singer seja considerado erroneamente o fundador do movimento atual de direitos animais, sua posição frente o status moral dos animais não é baseado no conceito de direitos, mas no conceito utilitarista de igual consideração de interesses. No seu livro Libertação Animal de 1975, ele argumenta que os humanos devem ter como base de consideração moral não a inteligência (temos o caso uma criança ou uma pessoa com problemas mentais) nem na habilidade de fazer julgamentos morais (criminosos e insanos) ou em qualquer outro atributo que é inerentemente humano, mas sim na habilidade de experienciar a dor. Como animais também experienciam a dor, ele argumenta que excluir animais dessa forma de consideração é uma discriminação chamada "especismo."
Singer diz que as formas mais comuns que humanos usam animais não são justificáveis, porque os benefícios para os humanos são ignoráveis comparado à quantidade de dor animal necessária para construção desses benefícios. E também porque os mesmos benefícios poderiam ser obtidos de formas que não envolvessem o mesmo grau de sofrimento. No entando sua argumentação se aproxima do bem-estarismo clássico, chegando a defender a carne orgânica [16] e a experimentação animal [17].
[editar] Bem-estarismo
Críticos dos direitos animais argumentam que animais não tem a capacidade de entrar em contrato social, fazer escolhas morais[18] e que não podem respeitar o direito de outros ou não entendem o conceito de direitos, sendo assim não podem ser colocados como possuidores de direitos morais. O filósofo Roger Scruton argumenta que somente os seres humanos têm capacidades e que "o teorema é inescapável: apenas nós temos direitos". Críticos que defendem essa posição também levantam que não há nada inerentemente errado com o uso de animais para comida, como entretenimento e em pesquisa, embora os seres humanos não obstante tenham a obrigação de assegurar que animais não sofram desnecessariamente. [19][20] Essa posição tem sido chamada de bem-estarista e tem sido propagada por alguns das mais antigas organizações de proteção animal: por exemplo a "Sociedade Real pela Prevenção de Crueldades contra Animais", no Reino Unido. Essa argumentação é refutada pelos defensores dos Direitos Animais como uma análise especista e que na verdade só implica em um uso mais eficiente e lucrativo da exploração animal.
[editar] Leis
Autores como Gary Francione apontam que hoje não existem leis de direitos animais em nenhum lugar do mundo, pois para isso seria necessário abolir incrementalmente a condição de propriedade dos animais. O que existem são leis bem-estaristas que "protegem" os animais enquanto propriedade humana. No Brasil a disciplina jurídica da fauna, apontando-se as Ordenações Filipinas, como a primeira lei que regulamentou a matéria. Atualmente, os maus-tratos de animais são crimes previstos no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605, chamada de Lei de Crimes Ambientais. Para o infrator, a lei imputa multa ou pena de três meses a um ano de prisão. Para tanto, basta fazer uma denúncia para qualquer órgão competente: Delegacia do Meio Ambiente, Ibama, Polícia Florestal, Ministério Público, Promotoria de Justiça do Meio Ambiente ou até mesmo na Corregedoria da Polícia Civil.
[editar] Animais utilizados em guerras
Durante a Segunda Guerra, o exército britânico treinava cachorros para correrem embaixo dos tanques e deixar explosivos em território inimigo. Sem sucesso, a idéia foi abandonada depois que bombas explodiram tanques aliados.
O exército estadunidense, por sua vez, fez com que gatos fossem atirados de aviões, amarrados a bombas, para que chegassem até os navios alemães. A experiência foi suspensa porque os felinos ficavam inconscientes com a queda e não alcançavam o território visado.
No dia 1 de julho de 1946, a marinha estadunidense usou 5.664 animais para testar armas atômicas no sul do Pacífico, com o objetivo de observar o efeito da radiação na pele dos animais e desenvolver roupas de proteção. 10% dos animais morreram na hora; outros 25% morreram nos vinte dias seguintes.
Já no ano de 2003, no Golfo Pérsico, no Iraque, nove golfinhos e leões-marinhos se tornaram os primeiros mamíferos a atuar na limpeza de minas em situação de combate. Também passaram a proteger píeres, barcos e ancoradouros contra mergulhadores, nadadores e navios não autorizados.
Afegãos e palestinos utilizaram no início do século XXI camelos para atacar inimigos. Em 26 de janeiro de 2003, um burro morreu numa explosão detonada por celular, em um ponto de ônibus de Israel, onde nenhum humano foi ferido.
Cursos de lei animal estão agora inclusos em 69 das 180 escolas de direito dos Estados Unidos[8], a idéia da extensão da qualidade de pessoas (ou sujeito de direito) é defendida por vários professores como Alan Dershowitz[9] e Laurence Tribe da Harvard Law School. [7] No Brasil destacam-se os promotores de justiça Laerte Levai e Heron Santana. O Projeto dos Grandes Primatas (GAP) está em campanha para a adoção da declaração dos Grandes Primatas, que deve contemplar gorilas, orangotangos, chimpanzés e bonobos numa "comunidade dos iguais", juntamente com seres humanos, estendendo para estes os três interesses básicos: direito à vida, proteção da liberdade individual e proibição da tortura. [10] Este tem sido visto pelo um crescente número de advogados pelos diretos animais como um primeiro passo para a garantia de direitos para outros animais, outros enxergam como uma forma de exclusão do. [1][11]
Com uma característica condenada como bem-estarista pelos defensores de direitos animais, a Declaração Universal dos Direitos dos Animais foi proclamada em assembléia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978.
Índice [esconder]
1 História do conceito
2 História do movimento moderno
3 Filosofia
3.1 Diferentes posições
3.1.1 Posição baseada em direitos
3.1.2 Tom Regan
3.1.3 Posição Utilitarista
4 Bem-estarismo
5 Leis
6 Animais utilizados em guerras
7 Associações de Direitos Animais
8 Ver também
9 Notas
10 Referências
11 Ligações externas
[editar] História do conceito
Jeremy Bentham (1748-1832) é considerado um dos escritores que ampliaram o campo para a posterior elaboração dos direitos animaisO debate sobre direitos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. [6] No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles, escreveu no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía assim sendo os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos. [6]
No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumenta que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo assim os maus-tratos não eram errados. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumenta, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade". [12] Entretanto, como animais são seres sencientes "eles deveriam também participar do direito natural e que o homem é responsável no cumprimento de alguns deveres deles, especificamente "um tem o direito de não ser desnecessariamente maltratado pelo outro." [12]
Também Voltaire respondeu a Descartes no seu Dicionário Filosófico:
Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, idéias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias.Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumenta que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", ele argumenta, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". [13] Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio, deve ser a medida para como nós tratamos outros seres. Se a habilidade da razão fosse critério, muitos Seres Humanos incluindo bebês e pessoas especiais, teriam também que serem tratados como coisas, escrevendo o famosos trecho: "A questão não é eles pensam ? Ou eles falam? A questão é: eles sofrem".
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais. Sua crítica à ética Kantiana é uma vasta e freqüente polêmica contra a exclusão dos animais em seu sistema moral, que pode ser exemplificada pela famosa frase: "Amaldiçoada toda moralidade que não veja uma unidade essencial em todos os olhos que enxergam o sol."
O conceito de direitos animais foi assunto de um influente livro em 1892, Animals' Rights: Considered in Relation to Social Progress, escrito pelo reformista britânico Henry Salt que formou a Liga Humanitária (Humanitarian League) um ano mais cedo, com o objetivo de banir a caçada como esporte.
[editar] História do movimento moderno
O movimento moderno de direitos animais pode ser traçado no início da década de 70 e é um dos poucos exemplos de movimentos sociais que foram criados por filosófos [3] e que permaneceram na dianteira do movimento. No início da década de 70 um grupo de filósofos da Univesidade de Oxford começou questionar porque o status moral dos animais não-humanos era necessariamente inferior à dos seres humanos. [3] Esse grupo incluía o psicólogo Richard D. Ryder, que cunhou o termo "especiecismo" em 1970, usado num panfleto impresso [14] para descrever os interesses dos seres na base de membros de espécies particulares.
Ryder tornou-se um contribuidor com o influente livro Animals, Men and Morals: An Inquiry into the Maltreatment of Non-humans, editado por Roslind e Stanley Godlovitch e John Harris e publicado em 1972. Foi numa resenha de seu livro para o New York Review of Books que Peter Singer, agora Professor de Bioética na University Center for Human Values na Universidade de Princeton, resolveu em 1975 lançar Libertação Animal o livro é freqüentemente citado como a "bíblia" do movimento de direitos animais, mas que na realidade não concede direitos morais, nem legais para os animais não-humanos, pois basea-se no utilitarismo .
Nas décadas de 80 e 90 o movimento se juntou numa larga variedade de grupos profissionais e acadêmicos, incluindo teólogos, juizes, físicos, psicologistas, psiquiatras, veterinários, [6] patologistas e antigos vivisseccionistas.
Livros considerados como referência são Animals, Property, and the Law (1995), Rain Without Thunder: The Ideology of the Animal Rights Movement (1996) e Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog (2000) de Gary Francione, The Case for Animal Rights (1983) de Tom Regan; Created from Animals: The Moral Implications of Darwinism (1990) de James Rachels, Rattling the Cage: Toward Legal Rights for Animals (2000) de Steven M. Wise e Animal Rights and Moral Philosophy (2005) de Julian H. Franklin. [6]
[editar] Filosofia
Direitos Animais é um conceito onde todos ou alguns animais são capazes de possuir a suas próprias vidas; onde eles vivem por que deveria ter, ou têm, certos direitos morais; e onde alguns direitos básicos deveriam estar contemplados em lei. A visão dos defensores dos direitos animais rejeita o conceito onde os animais são meros bens capitais ou propriedade dedicada ao benefício humano. O conceito é freqüentemente usado de forma confusa com o bem-estar animal, que é uma filosofia que acredita que a crueldade empregada em animais é um problema, mas que não dá direitos morais específicos à eles.
A filosofia dos direitos animais não sustenta necessariamente a premissa de que animais humanos e não-humanos são iguais. Por exemplo, os defensores dos direitos animais não defendem o direito de voto para galinhas. Alguns ativistas também fazem distinção entre animais sencientes e auto-conscientes e outras formas de vida, com a crença de que somente animais sencientes ou talvez somente animais que tenha um significante grau de auto-consciência deveriam ter o direito de possuir suas próprias vidas e corpos, independente da forma como são valorizados por humanos. Outros podem estender esse direito para todos os animais incluindo todos que não tenham desenvolvido sistema nervoso ou auto-consciência. Ativistas sustentam a idéia de que qualquer ser humano ou instituição que comodifica animais para alimentação, entretenimento, cosméticos, vestuário, vivissecção ou outra razão qualquer infringe contra os direitos dos animais possuírem a si mesmo e procurarem seus próprios fins.
Poucas pessoas poderiam negar que grandes primatas não-humanos são inteligentes, são cientes de sua própria condição, têm objetivos e talvez tornem-se frustrados quando têm sua liberdade podada.
Em contraste, animais como a água viva têm sistemas nervosos simples e tendem a serem mais autômatos, capazes de reflexos básicos, mas incapazes de formular qualquer fim para suas ações ou planejar o futuro. Mas a biologia da mente é uma grande caixa preta que clama consideração pela existência e ausência de mente em outros animais. O Neurocientista Sam Harris aponta:
Inevitavelmente, cientistas tratam a consciência como mero atributo de certos animais de cérebro grande. O problema, entretanto, não é sobre o cérebro, como ele sobreviveu como sistema físico, através do que é o portador peculiar, a dimensão interna de cada um de nós experiência como consciência em seu próprio caso.... A definição operacional de consciência.... é reportabilidade. Mas consciência e reportabilidade não são a mesma coisa. É uma estrela do mar consciente? Não há ciência que dê conta da consciência com reportabilidade que irá oferecer uma resposta a esta questão. Para olhar para a consciência no mundo com base em seus sinais externados é a única coisa que podemos fazer.
E então, quando nos sabemos muitas coisas sobre nós mesmos [e outros animais] em termos anatômicos, psicológicos e evolucionários, nós não estamos tendo idéia do porque é "parecido com algo" para ser o que somos. O fato do universo ser iluminado onde você está, o fato de seus pensamentos, modos e sensações terem uma característica qualitativa é um absoluto mistério. [15]
O debate de direitos animais se parece muito com o debate sobre aborto, se complica pela dificuldade em estabelecer um corte claro de distinções entre a base moral e julgamentos políticos. O padrão relacional humano / não-humano é profundamente enraizado na pré-história e nas tradições.
Oponentes dos direitos animais têm tentado identificar diferenças moralmente relevantes entre humanos e animais que pudesse justificar a atribuição de direitos e interesses aos primeiros e não aos últimos. Variadas distinções entre humanos já foram propostas, incluindo a posse da alma, a habilidade de usar a linguagem, auto-consciência, um alto grau de inteligência e a habilidade de reconhecer os direitos e interesses alheios. Entretanto, tais critérios encontram dificuldades onde eles não parecem ter aplicação em todos ou somente os humanos: cada um poderia ser aplicado para alguns, mas não para todos humanos ou para todos humanos, mas também alguns animais.
[editar] Diferentes posições
Peter Singer e Tom Regan são os mais conhecidos defensores da libertação animal, no entanto eles diferem em suas posições filosóficas. Outro influente pensador é Gary L. Francione, que apresenta a visão abolicionista onde animais não-humanos deveriam ter o direito básico de não serem tratados como propriedade de humanos.
[editar] Posição baseada em direitos
O trabalho de Gary Francione (Introduction to Animal Rights, et.al.) tem a premissa básica de que os animais não-humanos são considerados propriedade e que nessa condição não podem ter garantidos seus direitos. Ele aponta que falar em igual consideração de interesses de sua propriedade contra o próprio interesse do proprietário é uma idéia absurda. Sem o direito básico de não ser propriedade de animais humanos, animais não-humanos não terão quaisquer direitos, ele diz.
Francione afirma que a senciência é o único determinante válido para o status moral, diferentemente de Regan que vê degraus qualitativos em experiências subjetivas de "sujeitos-de-uma-vida" de quem cai nesta categoria. Francione afirma que não há atualmente um movimento de direitos animais nos Estados Unidos, mas somente um movimento bem-estarista. Alinhado em sua posição filosófica e em seu trabalho legal pelos direitos animais (Animal Rights Law Project [1]) na Rutgers University, ele aponta que um esforço para aqueles que não advogam a abolição do status de propriedade dos animais é desorientado, em seus inevitáveis resultados na institucionalização da exploração animal. Em sua lógica inconsistente e falida nunca alcançarão seus objetivos melhorando as condições de tratamento (posição neo-bem-estarista), ele argumenta. Pior que isso, Francione acredita que muitos grupos estão a tornar mais eficiente e lucrativo o negócio de exploração animal. Francione sustenta que a sociedade dando o status de membros da família para cães e gatos e ao mesmo tempo matando galinhas, vacas e porcos para alimentação sofre de uma "esquizofrenia moral".
Toda a posição abolicionista acredita que o movimento de direitos animais deve se basear na educação para o veganismo, como uma forma de colocar em prática as mudanças no próprio dia-a-dia.
[editar] Tom Regan
Tom Regan (The Case for Animal Rights e Jaulas Vazias) afirma que animais não-humanos são "sujeitos-de-uma-vida", carecem de direitos como humanos. Ele afirma que os direitos morais dos humanos são baseados na possessão de certas habilidades cognitivas. Essas habilidades são compartilhadas pelo menos por alguns animais não-humanos sendo assim alguns animais deveriam ter os mesmos direitos morais que seres humanos.
Animais nessa classe tem um valor intrínseco como indivíduos, e não podem ser desrespeitados como meios para um fim. Isso é também chamado visão de "dever direto". De acordo com Regan, nós deveríamos abolir a criação de animais para comida, experimentação e caça comercial. A teoria de Regan não se estende para todos os animais sencientes, mas somente para aqueles que podem ser enquadrados como "sujeitos-de-uma-vida". Ele coloca, por exemplo, que todos os mamíferos com pelo menos um ano de idade pode ser qualificado nessa categoria.
Enquanto Singer se concentra a princípio em melhorar o tratamento dos animais e aceita que animais poderiam ser legitimamente usados para benefício (humano ou não-humano), Regan acredita que temos a obrigação moral de tratar animais como nos trataríamos pessoas e aplica a ideia estrita Kantiana que eles nunca deveriam ser sacrificados como simples meios para fins e sim, como fins para eles mesmos. É notável a idéia de que mesmo Kant não acreditava que animais eram assunto para o que ele chamava de lei moral; ele acreditava que nós temos o dever moral de mostrar compaixão, porque não podemos nos embrutecer e não pelos animais em si.
[editar] Posição Utilitarista
Embora Singer seja considerado erroneamente o fundador do movimento atual de direitos animais, sua posição frente o status moral dos animais não é baseado no conceito de direitos, mas no conceito utilitarista de igual consideração de interesses. No seu livro Libertação Animal de 1975, ele argumenta que os humanos devem ter como base de consideração moral não a inteligência (temos o caso uma criança ou uma pessoa com problemas mentais) nem na habilidade de fazer julgamentos morais (criminosos e insanos) ou em qualquer outro atributo que é inerentemente humano, mas sim na habilidade de experienciar a dor. Como animais também experienciam a dor, ele argumenta que excluir animais dessa forma de consideração é uma discriminação chamada "especismo."
Singer diz que as formas mais comuns que humanos usam animais não são justificáveis, porque os benefícios para os humanos são ignoráveis comparado à quantidade de dor animal necessária para construção desses benefícios. E também porque os mesmos benefícios poderiam ser obtidos de formas que não envolvessem o mesmo grau de sofrimento. No entando sua argumentação se aproxima do bem-estarismo clássico, chegando a defender a carne orgânica [16] e a experimentação animal [17].
[editar] Bem-estarismo
Críticos dos direitos animais argumentam que animais não tem a capacidade de entrar em contrato social, fazer escolhas morais[18] e que não podem respeitar o direito de outros ou não entendem o conceito de direitos, sendo assim não podem ser colocados como possuidores de direitos morais. O filósofo Roger Scruton argumenta que somente os seres humanos têm capacidades e que "o teorema é inescapável: apenas nós temos direitos". Críticos que defendem essa posição também levantam que não há nada inerentemente errado com o uso de animais para comida, como entretenimento e em pesquisa, embora os seres humanos não obstante tenham a obrigação de assegurar que animais não sofram desnecessariamente. [19][20] Essa posição tem sido chamada de bem-estarista e tem sido propagada por alguns das mais antigas organizações de proteção animal: por exemplo a "Sociedade Real pela Prevenção de Crueldades contra Animais", no Reino Unido. Essa argumentação é refutada pelos defensores dos Direitos Animais como uma análise especista e que na verdade só implica em um uso mais eficiente e lucrativo da exploração animal.
[editar] Leis
Autores como Gary Francione apontam que hoje não existem leis de direitos animais em nenhum lugar do mundo, pois para isso seria necessário abolir incrementalmente a condição de propriedade dos animais. O que existem são leis bem-estaristas que "protegem" os animais enquanto propriedade humana. No Brasil a disciplina jurídica da fauna, apontando-se as Ordenações Filipinas, como a primeira lei que regulamentou a matéria. Atualmente, os maus-tratos de animais são crimes previstos no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605, chamada de Lei de Crimes Ambientais. Para o infrator, a lei imputa multa ou pena de três meses a um ano de prisão. Para tanto, basta fazer uma denúncia para qualquer órgão competente: Delegacia do Meio Ambiente, Ibama, Polícia Florestal, Ministério Público, Promotoria de Justiça do Meio Ambiente ou até mesmo na Corregedoria da Polícia Civil.
[editar] Animais utilizados em guerras
Durante a Segunda Guerra, o exército britânico treinava cachorros para correrem embaixo dos tanques e deixar explosivos em território inimigo. Sem sucesso, a idéia foi abandonada depois que bombas explodiram tanques aliados.
O exército estadunidense, por sua vez, fez com que gatos fossem atirados de aviões, amarrados a bombas, para que chegassem até os navios alemães. A experiência foi suspensa porque os felinos ficavam inconscientes com a queda e não alcançavam o território visado.
No dia 1 de julho de 1946, a marinha estadunidense usou 5.664 animais para testar armas atômicas no sul do Pacífico, com o objetivo de observar o efeito da radiação na pele dos animais e desenvolver roupas de proteção. 10% dos animais morreram na hora; outros 25% morreram nos vinte dias seguintes.
Já no ano de 2003, no Golfo Pérsico, no Iraque, nove golfinhos e leões-marinhos se tornaram os primeiros mamíferos a atuar na limpeza de minas em situação de combate. Também passaram a proteger píeres, barcos e ancoradouros contra mergulhadores, nadadores e navios não autorizados.
Afegãos e palestinos utilizaram no início do século XXI camelos para atacar inimigos. Em 26 de janeiro de 2003, um burro morreu numa explosão detonada por celular, em um ponto de ônibus de Israel, onde nenhum humano foi ferido.
Chega Pra lá !!!!!!!!
Particpantes especiais: Andressa, João , Nicmar e Alexandre
Andressa vai para mato grosso com seu amigos alexandre xega perto dela e diz olháaaaaaaaaaa o crocodilo aratápé !
valeu alexandre valeu mais isso é um lagarto! é nada é nada chega mais perto vem ver genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee ! cara gritou andressa joao e nicmar: isso não é o crocodilo que nos procuravamos!
Crocodilo: tem serteza? sou o rock animal legal eu rimo tudo no final com al entao vou assistir pantanal !
kkkkkkkkkkkkk rio todo mundo! vc rima muito legal em crocodilo real disse andressa.
plantando bananeira joao e nicmar conversam com o croc:
Croc: Que Foi Gente mal é mentira vou pro pal é so pra rima valeu galera legal
Joao e nicmar: vc vende chicletes para croc?
croc: sim ! queres ? dou 1.000000000000 pra cada!
Joao e Nicmar : ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Veja mais em outra temporada!
Andressa vai para mato grosso com seu amigos alexandre xega perto dela e diz olháaaaaaaaaaa o crocodilo aratápé !
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Piada De Hipopotamo
3 piadas encontradas
1- Por que o vampiro detesta o hipopótamo?
Porque ele não tem pescoço.
2- Qual animal é o melhor lutador de boxe do mundo?
É o hiPOPÓtamo.
3- O que é que faz o hipopótamo falar?
Uma fábula.
1- Por que o vampiro detesta o hipopótamo?
Porque ele não tem pescoço.
2- Qual animal é o melhor lutador de boxe do mundo?
É o hiPOPÓtamo.
3- O que é que faz o hipopótamo falar?
Uma fábula.
Piada De Leão
5 piadas de leão encontradas.
1- Você está sonhando que subiu numa árvore e que não pode descer porque ela está cercada de leões. Como escapa dessa?
Acordando.
2- Quando um leão está na cama, o que vemos?
Camaleão (cama e leão).
3- O garoto vê uma placa na jaula do leão:
Cuidado! Leão feroz!
Numa jaula vazia, lê: Cuidado! Tinta fresca!
Então sai correndo, gritando:
– Socorro! A tinta fresca fugiu!
4- O leão está caçando. Os outros bichos vêem um papagaio distraído e gritam:
- Papagaio! Papagaio!
Sem entender, o louro reclama:
- Assim não vale! Deixem o leão escolher sozinho.
5- Você está numa floresta e só existem três saídas: numa delas há um leão morto de fome, na outra uma cascavel e na terceira um tigre. Qual é a saída?
A que tem o leão, porque ele está morto de fome.
1- Você está sonhando que subiu numa árvore e que não pode descer porque ela está cercada de leões. Como escapa dessa?
Acordando.
2- Quando um leão está na cama, o que vemos?
Camaleão (cama e leão).
3- O garoto vê uma placa na jaula do leão:
Cuidado! Leão feroz!
Numa jaula vazia, lê: Cuidado! Tinta fresca!
Então sai correndo, gritando:
– Socorro! A tinta fresca fugiu!
4- O leão está caçando. Os outros bichos vêem um papagaio distraído e gritam:
- Papagaio! Papagaio!
Sem entender, o louro reclama:
- Assim não vale! Deixem o leão escolher sozinho.
5- Você está numa floresta e só existem três saídas: numa delas há um leão morto de fome, na outra uma cascavel e na terceira um tigre. Qual é a saída?
A que tem o leão, porque ele está morto de fome.
Piadas de canguru
agora piadas quase toda semana
Piada de canguru 2 Piadas
1-O que dá a mistura de urso-polar com canguru?
Bolsa térmica!
2- O que o canguru diz quando sai de casa?
– Vou dar um pulinho ali e já volto!
Piada de canguru 2 Piadas
1-O que dá a mistura de urso-polar com canguru?
Bolsa térmica!
2- O que o canguru diz quando sai de casa?
– Vou dar um pulinho ali e já volto!
queremos comida!
Participantes especiais Andressa joao nicmar e alexandre
num belo dia de verao andressa joao nicmar e alexandre estavao a busca de encontrar animais muito ferozes entao resolverao pesquisar uma coisa no nootbook de andressa cada um tinha 1 nootbook resolveram entrar no blog da andressa(esse blog) encontrarao noticias e começarao a investigar investiga dali envestiga de cá e encontraram um leao atras de uma moita procurando comida e encontrou uma maça saiu da moita e correu pro lago do lado. nicmar pegou de sua mochila um pedaço de bife e deu para o leão, mais tarde procuraram uma girafa e não foi dificil todos olhavam pra cima e quando alexandre olhou ele gritou olha elaaaaaaaaaaa asa arvores estao sem folhas todas estao secas ! corram vamos levala para floresta!!!!!!!! mais tarde armaram a barraca os leões ficaram como segurança pra eles eles fizeram uma rodinha ao redor do acampamento no outro dia, correram com os leões e foram encontrar o PUMA 1 hora depois encontraram ele pendurado num penhasco querendo pular ele gritou EU VOU PULARRRRRRRR joao gritou nao pule vc vai virar rock animal siga agente!!!!!!
mais epsodios em breve
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Ornitorrinco

O Ornitorrinco (nome científico: Ornithorhynchus anatinus, do grego: ornitho, ave + rhynchus, bico; e do latim: anati, pato + inus, semelhante á) é um mamífero semi-aquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única (a) espécie do gênero Ornithorhynchus (b). Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos existentes.
O ornitorrinco é carnívoro e alimenta-se de insectos, vermes e crustáceos de água doce, tendo o corpo adaptado para uma vida aquática ou terrestre. Apesar de ser um mamífero, o ornitorrinco, em vez de dar à luz suas crias, põe ovos que são parcialmente chocados no interior do corpo. Possui ferrões em suas patas e quando acuado os utiliza causando uma dor insuportável. Outra diferença importante em relação aos mamíferos placentários é que as fêmeas deste animal não têm mamilos e as crias sugam o leite materno através dos poros existentes em meio a pelagem da barriga. Quando as crias dos ornitorrincos estão dentro de um ovo, possuem um dente na ponta do bico chamado dente do ovo. Este destina-se a perfurar a casca do ovo. Pouco tempo depois do nascimento este dente cai.
As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Recentemente (2004), uma equipe de cientistas da Universidade Nacional da Austrália mostrou que as diferenças existem também ao nível genético: os ornitorrincos apresentam dez cromossomos sexuais, em vez dos dois (XY) dos mamíferos não monotremados. O ornitorrinco é o representante atual de um ramo de mamíferos que se diversificou no Cretácico inferior, mas que não está relacionado com os mamíferos placentários. Assim, não se pode concluir que esta espécie se trata de um antecessor primitivo, porque é totalmente separada.
Distribuição geográfica e habitat
O ornitorrinco é endêmico da Austrália, onde é encontrado no leste de Queensland e Nova Gales do Sul, no leste, centro e sudoeste de Victoria, Tasmânia, e ilha King. Foi introduzido no extremo oeste da ilha Kangaroo, entre 1926 e 1949, e onde ainda mantém uma população estável [1]. A espécie está extinta na Austrália Meridional, onde era encontrada nas Colinas de Adelaide e na Cordilheira do Monte Lofty [2].
A espécie é dependente de rios, córregos, lagoas e lagos. A distribuição geográfica do ornitorrinco mostra considerável flexibilidade tanto na escolha do habitat quanto na adaptabilidade a uma variação de temperatura. A espécie é capaz de enfrentar tanto as altas temperaturas das florestas tropicais de Queensland, como áreas montanhosas cobertas por neve em Nova Gales do Sul. A distribuição atual do ornitorrinco mudou muito pouco desde a colonização da Austrália, e continua a ocupar grande parte de sua distribuição histórica [1].
[editar] Características
Ficha técnica [3]
Comprimento 30 - 45 cm
Cauda 10 - 15 cm
Peso 0,5 - 2,0 kg
Tamanho de ninhada 2
Período de incubação 10 dias
Desmame 3 - 4 meses
Maturidade sexual 5 - 7 anos
Longevidade 17 anos (em cativeiro)
O ornitorrinco tem um corpo aerodinâmico e comprimido dorsoventralmente. Os membros são curtos e robustos, e os pés possuem membrana interdigital. Cada pé tem cinco dígitos com garras. A cauda é semelhante a de um castor. O focinho, que lembra um bico de pato, é alongado e coberto por uma pele glaba, macia, úmida e encouraçada; ele é perfurado sobre toda sua superfície por poros com terminações nervosas sensitivas. As narinas também se abrem no focinho, na sua metade dorsal superior, e estão posicionadas lado a lado. Os olhos e as orelhas estão localizados num sulco logo após o focinho, este sulco é fechado por uma pele quando o animal está sob a água [4]. A idéia que o ornitorrinco tinha um bico córneo como o das aves, surgiu do exame de espécimes ressecados [3]. Os órgãos olfatórios não são tão desenvolvidos quanto nas équidnas. E a espécie não tem orelhas externas ou pina.
Tanto o peso, quanto o comprimento variam entre os sexos, sendo o macho maior que a fêmea [3]. Há também uma variação substancial na média de tamanho de uma região a outra, este padrão não parece estar relacionado a nenhum fator climático, e pode ser devido a outros fatores ambientais como predação e pressão humana [5].
O corpo e a cauda do ornitorrinco são cobertos por uma densa pelagem que captura uma camada de ar isolante para manter o animal aquecido [6][4]. A coloração é âmbar profundo ou marrom escuro no dorso, e acinzentado a castanho amarelado no ventre. A cauda é usada como reserva de gordura, uma adaptação também vista em outros animais, como no diabo-da-tasmânia [7] e na raça de ovelha, Karakul. As membranas interdigitais são mais proeminentes nos membros dianteiros e são dobradas quando o animal caminha em terra firme [4]. Ornitorrincos emitem um rosnado baixo quando ameaçados e uma gama de outras vocalizações tem sido reportadas em cativeiro [6].
O ornitorrinco tem uma média de temperatura corporal de cerca de 32°C, ao invés dos 37 °C dos placentários típicos [8]. Pesquisas sugerem que essa temperatura foi uma adaptação gradual as condições ambientais hostis em parte pelo pequeno número de monotremados sobreviventes em vez de uma característica histórica da ordem [9][10].
O ornitorrinco adulto não possue dentes, entretanto, os filhotes possuem dentes calcificados, pequenos, sem esmalte e com numerosas raízes [1]; os três molares com cúspides presentes são pseudo-triangulados [11]. Nos adultos os dentes são substituídos por uma placa queratinizada tanto na mandíbula como na maxila, que cresce continuamente [4]. O Ornithorhynchus possui alguns características craniais primitivas, entre elas a retenção das cartilagens escleróticas e do osso septomaxilar do crânio [12]. No esqueleto pós-craniano, ocorre retenção das vértebras cervicais (rudimentares) e dos ossos coracóide e interclavicular da cintura escapular, condições estas que são similares aos répteis [4].
[editar] Hábitos
Ornitorrinco mergulhandoOrnitorrincos são animais semi-aquáticos e primariamente noturnos [1] ou crepusculares [3]. Quando não estão mergulhando em busca de alimento, descansam em burracos feitos nas margens dos rios e lagos, sempre camuflados com vegetação aquática. Há dois tipos de tocas, uma serve como abrigo para ambos os sexos e é contruída pelo macho na época de acasalamento; a outra, geralmente mais profunda e elaborada, é contruída pela fêmea e serve como ninho para a incubação dos ovos e cuidados pós-natais [3]. As aberturas das tocas ficam acima da água, e se estendem sob as margens de um a sete metros acima do nível da água e até por 18 metros horizontalmente. O território dos machos tem cerca de sete quilômetros, soprepondo á área de três a quatro fêmeas [13].
É um excelente mergulhador e gasta boa parte do dia procurando por comida sob a água. Uniquely among mammals it propels itself when swimming by alternate rowing motion with the front two feet; although all four feet of the Platypus are webbed, the hind feet (which are held against the body) do not assist in propulsion, but are used for steering in combination with the tail [14]. Os mergulhos normalmente duram cerca de trinta segundos, mas podem durar até mais, não excedendo o limite aeróbico de quarenta segundos. Dez a vinte segundos são gastos para retornar a superfície [15][16].
Em cativeiro, o ornitorrinco vive até dezessete anos, e espécimes selvagens já foram recapturados com onze anos. A taxa de mortalidade em adultos na natureza é aparentemente baixa [4]. Os predadores naturais incluem aves de rapina, serpentes, além de cães, gatos, raposas-vermelhas e o homem [17]. Um baixo número de ornitorrincos na região norte de Queensland talvez seja devido pela presença do crocodilo-poroso (Crocodylus porosus) [18].
Hábitos alimentares e dieta
O ornitorrinco tem hábitos alimentares carnívoros, se alimentando de anelídeos, larvas de insetos aquáticos, camarões de água doce, girinos, caramujos, lagostins de água doce e pequenos peixes, que ele escava dos leitos dos rios e lagos com seu focinho ou apanha enquanto nada. As presas são guardadas nas bochechas a medida que são apanhadas, e quando um número suficiente é reunido, ou quando é necessário respirar, ele retorna a superfície para come-las [19] . A mastigação é feita pelas placas córneas que substituem os dentes, e a areia contida junto com o alimento serve de material abrasivo, ajudando no ato de mastigar [3].
O ornitorrinco precisa comer 20% do seu peso todos os dias, este requerimento faz com que ele gaste 12 horas por dia procurando por comida [20]. Em cativeiro, ele chega a comer metade do seu peso em um único dia, um macho pesando 1,5 quilogramas pode ingerir 45 gramas de minhocas, 20-30 lagostins, 200 larvas de tenébrios, dois sapos pequenos, e dois ovos cozidos [3].
[editar] Reprodução
A sua reprodução não ocorre até o ornitorrinco completar 7 anos. Isto é, em parte, devido ao fato do macho ser incapaz de produzir esperma até essa altura e de a fêmea não estar receptiva em todas as estações. Para que a reprodução possa ocorrer, os órgãos reprodutivos da fêmea e os do macho terão de aumentar o de tamanho até que atinja a maturidade sexual o que deve ocorrer entre cinco e sete anos. Alcançam o seu tamanho máximo entre Julho e Agosto, altura em que a cópula ocorre. Durante todo esse tempo o corpo da fêmea adapta-se de modo a produzir o leite para as suas crias. Apesar de possuir glândulas mamárias o ornintorrinco fêmea não tem mamilos: o leite escorre através de poros na pele localizados numa covas do seu abdomen, o que permite a formação de poças de leite. Acredita-se que os jovens obtêm esse leite pressionando os poros, estimulando as glândulas mamárias para a sua produção.
Pouco se sabe acerca do ritual de acasalamento do ornitorrinco, mas as observações de animais em cativeiro, forneceram algumas pistas relativamente a este processo. Começará, então, com um processo natatório em que o macho e a fêmea se vão aproximando, para que no final se possa realizar o contacto. Este comportamento é iniciado a maior parte das vezes pela fêmea. Após esta demonstração de interesse por parte da fêmea, em copular, o macho agarrará então a cauda da fêmea com o seu bico, subindo parcialmente, a partir desta posição, para as suas costas de modo a obter uma posição apropriada para a cópula. Ondulará então a sua cauda em volta do abdómen da fêmea, de modo que o seu pênis, localizado na sua cloaca (cavidade única por onde urina, defeca e que serve como órgão reprodutor) possa ser introduzido dentro da cloaca feminina. Se for bem sucedido, o fecundação ocorrerá.
Não se sabe ao certo o tempo durante o qual decorre a gestação. No equidna (a única outra espécie de mamíferos que põe ovos) a gestação dura aproximadamente um mês, logo poder-se-á inferir que o tempo será semelhante. A fêmea pode produzir entre um e três ovos, embora o número habitual seja de aproximadamente dois. Estes ovos têm entre 16 e 18mm altura e 14 e 15mm de largura. Estes ovos são semelhantes aos dos répteis, pegajosos e com uma pele macia. Uma vez postos os ovos, a mãe incuba-os na sua toca (que tem aproximadamente 30 cm de largura e é feita com uma mistura de vegetação). Mas, ao contrário do Echidna, o ornitorrinco fêmea não tem uma bolsa, por isso coloca o seu corpo em volta dos ovos a fim de incubá-los, processo que dura aproximadamente entre 10 a 12 dias, tendo como resultado o nascimento de um jovem ornitorrinco com cerca de 18 mm de comprimento. Os jovens nascem então na toca, alimentando-se do leite materno, durante aproximadamente 3 ou 4 meses. Quando saem da toca têm, então, já cerca de 80% do seu tamanho adulto e 60% do peso de um adulto. Após o abandonar da toca, continuarão ainda a alimentar-se do leite materno, até que o possam fazer sozinhos.
[editar] Classificação
[editar] Etimologia
O nome em inglês, "Platypus", é uma palavra latina derivada do grego πλατύς ( "platys", plana, larga) e πους ( "pous", pé), significando "pé chato".
Shaw atribuído-lo como um gênero Linnaean nome quando ele é descrito inicialmente, mas descobriu-se rapidamente que o termo já pertencia à madeira-boring Ambrosia escaravelho (gênero Platypus). Foi descrita como independente Ornithorhynchus paradoxal por Johann Blumenbach, em 1800 (a partir de uma amostra dada a ele por Sir Joseph Banks) e na sequência das regras de prioridade de nomenclatura que mais tarde foi reconhecido oficialmente como Ornithorhynchus anatinus.
Não há qualquer acordo universal sobre o plural de "Platypus" no idioma Inglês. Cientistas geralmente usam "platypuses" ou simplesmente "Platypus". Coloquialmente, "platypi" também é utilizado para o plural, embora isto seja pseudo-latim; o grego plural seria "platypodes". Inicialmente os colonos britânicos chamaram-o por muitos nomes, tais como watermole, duckbill, e duckmole.
[editar] História taxonômica
Quando o ornitorrinco foi descoberto por europeus em 1798, um esboço e uma pelagem foram enviadas de volta para o Reino Unido pelo Capitão John Hunter, o segundo governador de Nova Gales do Sul. Os cientistas britânicos primeiramente estavam convencidos que se tratava de um embuste. O zoólogo George Shaw, que produziu a primeira descrição do animal em 1799, dizia que era impossível não se ter dúvidas quanto à sua verdadeira natureza, e outro zoólogo, Robert Knox, acreditava que ele podia ter sido produzido por algum taxidermista asiático. Pensou-se que alguém tinha costurado um bico de pato sobre o corpo de um animal semelhante ao castor. Shaw sequer tomou uma tesoura para verificar se havia pontos na pele seca.
[editar] Evolução
Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal tem semelhanças a nível genético tanto com os répteis, aves e mamíferos, segundo relatório publicado pela revista Nature[21].
A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.
"O genoma do ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos", segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.
"Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos", afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington.
De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos "seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução", explica. O ornitorrinco é "único", uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade.
O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.
Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também aparecem no homem.
O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes - estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.
[editar] Conservação
O ornitorrinco é classificado pela IUCN (2008) como pouco preocupante [2].
Exceto para a perda de habitat que ocorreu no estado de Austrália Meridional, o ornitorrinco ocupa a mesma distribuição geral, como o fazia antes dos europeus chegarem à Austrália. No entanto, as alterações locais e fragmentação da distribuição devido à modificação do seu habitat humano são documentados. A espécie históricamente ocorreu com uma abundância, porém, é de certo que tenha diminuído em números, embora ainda a ser considerado como uma espécie comum durante na maior parte da sua actual gama. A espécie foi extensivamente caçada para a sua pele até os primeiros anos de século 20 e, embora protegidos em toda Austrália, em 1905, até cerca de 1950 ainda estava em risco de afogamento nas redes de pesca nos rios. O ornitorrinco não parece estar em perigo iminente de extinção graças à medidas de conservação, mas que poderiam ser afetados pelo habitat os inconvenientes causados por barragens, irrigação, poluição, panos e armadilhas. O IUCN lista os ornitorrincos na sua Lista Vermelha como Menos Preocupante.
Os ornitorrincos geralmente sofrem de algumas doenças no estado selvagem, no entanto, há preocupação pública generalizada na Tasmânia sobre os potenciais impactos de uma doença causada pelo fungo Mucor amphibiorum. A doença (denominada Mucormicose) afeta apenas Tos ornitorrincos da Tasmania, e não tem sido observada em ornitorrincos no continente australiano. Os ornitorrincos podem desenvolver lesões cutâneas ou úlceras em várias partes do corpo, incluindo as suas costas, caudas e pernas. A mucormicose pode matar os ornitorrincos, de morte decorrentes de infecção secundária e por que afectam os animais "capacidade de manter a temperatura corporal e forragem eficiência. A Conservação da Biodiversidade Branch no Departamento de Indústrias Primárias e Água estão colaborando com NRM norte e pesquisadores da Universidade de Tasmânia para determinar o impacto da doença sobre os ornitorrincos da Tasmania, bem como o actual mecanismo de transmissão e propagação da doença. Até recentemente, introduziu a raposa-vermelha (Vulpes vulpes) foi confinada a metrópole da Austrália, mas agora cada vez mais provas indica que está presente em baixo número na Tasmânia.
Grande parte do mundo conheceu o ornitorrinco em 1939, quando a National Geographic Magazine publicou um artigo sobre o ornitorrinco e os esforços de estudo e levantá-la em cativeiro. Esta é uma tarefa difícil, e apenas a alguns jovens têm sido levantadas com sucesso desde - nomeadamente em Healesville Sanctuary, em Vitória. A figura do líder desses esforços foi David Fleay, que estabeleceu um platypussary - simulado um córrego em um tanque - no Healesville Sanctuary e teve um sucesso reprodutivo em 1943. Em 1972, ele encontrou um bebê morto de cerca de 50 dias de idade, que tinha sido presumivelmente nascido em cativeiro, em sua vida selvagem parque em Burleigh chefes sobre a Gold Coast, Queensland. Healesville repetir o seu sucesso em 1998 e novamente em 2000 com um fluxo semelhante tanque. Zoológico Taronga, em Sydney gêmeos criados em 2003, e tinha um outro nascimento, em 2006.
capitulos marcantes Cenas de dinos
Capítulo 1:Super Intêligência!
Personagens:Dr. Kirk,Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine.
O que cada um é de outro:Dr. Kirk E Dr. Alex:Inimigos.Dr. Alex E Alexandre:Alex pai De Alexandre. Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine.
:Amigos
Dr. Kirk sempre se impressionou Por dinossauros,e A 8 Anos,tentou recriá-los,até que consegue criar Um exemplar:Um Dilophosaurus Wetherli,E 6 meses depois,ele já criou:Dilofossauros(10),Braquiossauros(5),Velociraptores(9),T rex (4),Allossauros(7),spinossauros (1),apatossauros (11),Megaraptores(8),Estegossauros(5),Argentinossauros (6) Dicplodocus (7),Carnotauros (2),Pterossauros (29) Gallimimus (45)e giganotossauros (10)
Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine Resolvem Ir a ilha:Ilha Morte.
12 Horas depois da partida de avião,eles chegam á ilha,e pousam num lugar perigoso:O território dos dilofossauros.
Dr. Carlos,único do grupo que entende de dinossauros,diz a eles para entrarem no avião,eles entram,carlos tenta espantar os animais,mas é mordido levemente mas sangrando na perna.
Ele corre para dentro do avião,e,o piloto,com nome não revelado,Pousa o avião Num lugar mais seguro,por causa de Dr. Carlos.
Os amigos caminham até encontrar O terrtório dos Gallimimus,lugar não muito seguro por atrair carnívoros perigosos por causa do número de animais.
Bruna diz que,acha esses animais muito bonitinhos e esquisitos e carlos diz que espere chegar um carnívoro!
Efeito:Carlos morde sua maçã.
Um grande t-rex aparece e é macho,ou seja,mais agressivo!
Matheus Tropeça e é ligeiramente devorado pelo T-rex,que para para comer e os perde de vista
Millena diz:O matheus! Cadê ele?
Carlos diz:Eu vi,ele tropesou e o T-rex o devorou.
Capítulo 2:O grande espinossauro!
Os amigos,caminham,até se deparar com um ser enorme:um Spinosaurus Aegiptiacus!
Carlos diz que qundo ele falar já,eles correm,ele conta até 3,e diz já!
Todos correm,e a criatura vai atrás,ele alcança eles,e abocanha bruna,que é devorada quase viva.
Eles o perdem de vista,e descansam debaixo duma grande árvore.
Até que eles ficam com fome,acham uma macieira,e comem maçãs.
Daniel reclama:Mas que merda! temos de comer maçãs,frutas,mamões,ameixas,abacaxis...
Que merda! não dá de encomendar uma pizza?
Carlos susurra,mas todos ouvem:Tá louco? Não berra,quer ser devorado?
E olha o que você chamou! O spinosaurus Agepticus!
Corram! daniel,como não é muito rápido,é devorado.
Essa não,agora vou ficar com aquela fama! iserir efeito:Carlos dá um tapa na sua cara com cara de tonto.
Eles caminham caminham,e parecem encontrar um lugar Cheio de paz,plantas,vida herbívora... nada perigoso.
Capítulo 3:E que Carona!
Eles vêm triceratops,no mesmo número de Pessoas do grupo deles e eles sobem um em cada tricerátops,e,vão indo de carona até outro lugar,depois de desfrutar e aproveitar o lugar.
Marcelo diz (com aquele geito idiota de falar):Como pilota isso?
Carlos diz (todo mundo já tinha aprendido,só o marcelo não):Olha como eu faço e vai também!
Marcelo diz:Valeu hein!
Marcelo não segura direito ,e,cai de barriga nos chifres do animal,Que atravessam seu corpo,que cai é é esmagado por vários tricerátops.
Capítulo 4:Corram!
Eles chegam á um lugar rochoso,com alguns arbustos,parecendo sem vida,sendo que de água,só havia um pequeno riozinho.
Carlos diz ter ouvido um barulho de caminhadas.
Maira pergunta parecer o que
Ele diz que parece um carnívoro correndo,todos correm,pela ordem de carlos,mas maiara,tão impressionada,paralisa,e treme,Um alossauro aparece e a devora.
O grupo se pergunta o que aconteceu,e carlos vê o alossauro vindo,com só uns pedaços da roupa De Maiara,e ele confirma para todos:O alossauro a devorou.
Capítulo 5:Os Mosassauros!
Eles encontram um riacho,e,como precisam atravessá-lo,pulam nele nadam e nadam mas os mosassauros são rápidos e fazem uma vítima:Gabriel.
Carlos é mordido no pé por outro mosassauro,e puxado mas ele também puxa seu pé,que é livrado dos poderosos dentes do Mosassauro,mas sai gravemente ferido,sem poder andar.
Ele deita no solo,em que todos já estão e diz que acha que esse é seu fim,pois sem poder correr,nem andar bem,pode vir um carnívoro e o devorar,mas Kelvin,que já cuidou dessas coisas,o recupera,e em alguns minutos já se recuperou e foi na hora:Pois eles ouvem algo. o que seria?
Capítulo 6:Inacreditável!
E... o animal,no barro vermelho com 4.589 (Quatro Mil quinhentos e oitenta e Nove)Metros quadrados coberto de árvores
é um gigantossauro!
O animal,brigando com outro macho por uma fêmea,sente o cheiro e chama todos gigantossauros em grupo,para pegar eles,A fêmea,devora Rafael,que so sobram as roupas rasgadas e cheias de sangue e ele diz:Socorro! Alguém me aju! (nem terminou de falar,pois já stava na boca dela)
E dois deles Arrancam dois pedaços De Natália outros dois Fazem dois pedaços de Millena.
Capítulo 7:Na floresta,á noite...
Todos dizem que parecem Ouvir Algo,E...
É um carnotauro!,o carnotauro os vê,carlos pega a lanterna,e ilumina o caminho,O carnotauro tenta morder o braço de edilaine,mas passa de raspão,e tenta morde-la novamente,chegando a ferir o braço,mas ela escapa,Alex,Pega seu super Tranqüilizante e tranquiliza o animal,que em 2 segundos dorme,Eles encontram uma portinha no chão,a abrem,e,vem vários Tubos de ensaio,e numa cela,um homem com aparência de uns 54 anos,Eles o soltam,e perguntam o que ele faz lá,pra que tantos Tubos de ensaio,e por que preso? ele diz que uns guardas,o mandam fazer mais dinossauros,pensando ser ele o responsável por isso,e como ele não os fez,e não sabe fazer,os prende,por não fazer,e deixam dinossauros ir lá,para o assustar,e eles tentam pegá-lo os tubos,são por que o local,é o Labóratorio De Dr. Kirk e ele que fez os dinos,os gurdas,são assistentes de Dr. Kirk,que são vestidos de preto,com um vidrinho negro nos olhos,em que o que está no lado dos olhos deles,vê normalmente,mas de fora,não se vê nada,e o homem,diz que sabe fazer dinos,mas nunca fez e não quer fazer.
Elew diz que se pega os mosquitos nos âmbares,e Usa o DNA no sangue que o animal Possui dentro,pois sugava sangue dos dinos,e,assim que se faz dinos.
Eles ouvem algo andando lá fora,e se escondem lá
Capítulo 8:Perigo!
Sobreviventes:Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Guilherme F.,Guilherme K.,Letícia,Wanderlei E Edilaine.
Numa Floresta...
Eles,já mortos de Fome,encontram alguém,com aparência de outro esfomeado:Um Velociraptor Mongoliensis!
Eles Correm,mas o Velociraptor,pula encima De Letícia,Ele a corta Inteira,e,os outros,saem,depois de ver a cena,e despistam o Velociraptor,que começa Comendo a cabeça dela.
Eles,ficam aterrorizados.
Ficam Com Muito Medo Que O Animal Os Encontre
Capítulo 9:Perigo Em Dobro!
Eles andam até que encontram,nada a mais,nada a menos,que um casal de Spinosaurus Aegepticus!
Dr. Alex Diz que depois de criar 1 Espinossauro,ele criou Mais um,só que fêmea!
E ainda,que estão cuidando dos filhotes,que nasceram a 10 minutos atrás,O Macho,tenta pegar eles,e Wanderelei diz:Ele vai me pegar!!!
O Dinossauro Pega wanderlei,Que é Devorado Imediatamente.
Os amigos,fogem,e se deparam com outra coisa:Um Alossauro!
Capítulo 11:Perigo áquatico também!
Nossos amigos já estão á 8 semanas lá,e morrendo de fome...
Eles encontram,no meio da tempestade,uma lagoa enorme,eles resolvem lavar as mãos,e,aparece um enorme Sarcosuco!
Eles correm,e ficam a 50 metros do animal!
Eles,vão indo mais perto,e mais,e mais,e percebem que só estão á 5 metros dele!
edilaine,pisa numa folha,e é quase atacada e devorada,por um triz,ela não é devorada.
Se ela não fosse rápida,como sempre,ela Seria mais uma vítima!
Eles saem de lá,até perceberem que estão no território dos Gallimimus!
Eles se escondem atrás dum galho muito e muito grande,caído,pois sabem que um T-rex está vindo.
O T-rex aparece,tenta morder um dos gallimimus,não consegue (Todos correm,claro.)
Na segunda vez,morde o mesmo,mas consegue,O mata e arranca o pescoço e come,olhando na direção deles.
Capítulo 11:Muito,Muito Belo!
Eles encontram um lago,chei de Braquiossauros,Parassaurolofos,Pterodáctilos,E muito mais!
Deve ser o Local de abastecimento deles,Braquiossauros tomando água,Braquiossauros Nadando,Parassaurolofos,bebendo água e nadando,Pterodáctilos pescando,voando.
Um Lugar Calmo!
Cheio De Frutas para comer...,Muitas plantas,ótimo E belo,Muito Belo!
Eles comem Alguns abacaxis,Ou melhor,Um só! era um abacaxi enorme.
Eles quase não comeram a metade,mas foi tudo,deram pouquinho A um parassaurolofo e um Braquiossauro.
Carlos diz,que todas frutas de lá,estão maiores,de tão bom o lugar.
Capítulo 12:O terrível...T-rex fêmea!
Eles estão numa parte da ilha,á noite,numa tempestade,em segurança,pois há uma cerca muito grande de 100.000.00 Volts (Alta Tensão)
E logo ao lado,é mantido um t-rex fêmea,sozinha com filhotes,o macho solto,em um lugar longe,mas,a fêmea deixa cair,primeiro,a perna do bode que devorou,encima dos vidros da frente do Jipe e edilaine grita pois ficou com medo,e aparece,só a cabeça,engolindo o resto do Bode.
Ela olha para os jipes,e some,depois,eles ouvem algo destruindo a cerca enorme,que estava desactivada,e era de metal,com uma placa informando:Danger,100.00.00 Volts,Keep away!
Ela Foge,e passa na frente do jipe em que Carlos está
e edilaine,no outro jipe,liga a lanterna,atraindo O animal
Que vai lá,derruba o Veículo
E quebra uma das vidraças,e tenta morde-los,mas é tranquilizada,e dorme.
Capítulo 13:Quem ganha?
Num lugar,seco,com um rio ao redor,coberto por árvores,eles encontram,ossos,carne,sangue de tempo...
Inserir efeito:Do meio de plantas,aparece o crânio de um Espinossauro,Carlos diz,que é para nimguém se mecher,eles correm,carlos fica lá,mas logo corre também.
Eles se deparam com outra criatura,marrom,com dentes poderosos,um olhar amedrontador,e um tamanho nada pequeno,um Carcarodontossauro,carlos,vê dois troncos juntos,e,se esconde no meio deles,os outros em outros lugares,O carcarodontossauro e o espinossauro lutam,no começo o grande espinossauro,morde o pescoço do inimigo,e bate o corpo dele numa árvore,que quebra.
Mas o carcarodontossauro abocanha a nuca do espinossauro,rapidamente torcendo o pescoço dele,que morre o grande réptil,core atrás deles,eles o despistam,mas,não estão seguros,algo deságradavel está lá,e é um...
Capítulo 14:Essa não foi nada boa!
E,é apenas um braquiossauro!
Mas aparecem Megaraptores,que o atacam,e logo começam a devorá-lo,Todos resolvem fugir,e encontram um grupo de parassaurolofos,pterodáctilos,o local de abastecimento,eles resolvem dar um pulinho na água,mas á alguns Sarcosucos,que quase os devoram,mas ninguém se fere.
Agora,eles se metem é com uns Diplódocos,mas,não tem nenhum perigo né?
em breve faze 15
Personagens:Dr. Kirk,Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine.
O que cada um é de outro:Dr. Kirk E Dr. Alex:Inimigos.Dr. Alex E Alexandre:Alex pai De Alexandre. Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine.
:Amigos
Dr. Kirk sempre se impressionou Por dinossauros,e A 8 Anos,tentou recriá-los,até que consegue criar Um exemplar:Um Dilophosaurus Wetherli,E 6 meses depois,ele já criou:Dilofossauros(10),Braquiossauros(5),Velociraptores(9),T rex (4),Allossauros(7),spinossauros (1),apatossauros (11),Megaraptores(8),Estegossauros(5),Argentinossauros (6) Dicplodocus (7),Carnotauros (2),Pterossauros (29) Gallimimus (45)e giganotossauros (10)
Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Natália,Maiara,Millena,Gabriel,Daniel,Rafael,Matheus F.,Guilherme F.,Guilherme K.,Bruna,Letícia,Marcelo,Wanderlei E Edilaine Resolvem Ir a ilha:Ilha Morte.
12 Horas depois da partida de avião,eles chegam á ilha,e pousam num lugar perigoso:O território dos dilofossauros.
Dr. Carlos,único do grupo que entende de dinossauros,diz a eles para entrarem no avião,eles entram,carlos tenta espantar os animais,mas é mordido levemente mas sangrando na perna.
Ele corre para dentro do avião,e,o piloto,com nome não revelado,Pousa o avião Num lugar mais seguro,por causa de Dr. Carlos.
Os amigos caminham até encontrar O terrtório dos Gallimimus,lugar não muito seguro por atrair carnívoros perigosos por causa do número de animais.
Bruna diz que,acha esses animais muito bonitinhos e esquisitos e carlos diz que espere chegar um carnívoro!
Efeito:Carlos morde sua maçã.
Um grande t-rex aparece e é macho,ou seja,mais agressivo!
Matheus Tropeça e é ligeiramente devorado pelo T-rex,que para para comer e os perde de vista
Millena diz:O matheus! Cadê ele?
Carlos diz:Eu vi,ele tropesou e o T-rex o devorou.
Capítulo 2:O grande espinossauro!
Os amigos,caminham,até se deparar com um ser enorme:um Spinosaurus Aegiptiacus!
Carlos diz que qundo ele falar já,eles correm,ele conta até 3,e diz já!
Todos correm,e a criatura vai atrás,ele alcança eles,e abocanha bruna,que é devorada quase viva.
Eles o perdem de vista,e descansam debaixo duma grande árvore.
Até que eles ficam com fome,acham uma macieira,e comem maçãs.
Daniel reclama:Mas que merda! temos de comer maçãs,frutas,mamões,ameixas,abacaxis...
Que merda! não dá de encomendar uma pizza?
Carlos susurra,mas todos ouvem:Tá louco? Não berra,quer ser devorado?
E olha o que você chamou! O spinosaurus Agepticus!
Corram! daniel,como não é muito rápido,é devorado.
Essa não,agora vou ficar com aquela fama! iserir efeito:Carlos dá um tapa na sua cara com cara de tonto.
Eles caminham caminham,e parecem encontrar um lugar Cheio de paz,plantas,vida herbívora... nada perigoso.
Capítulo 3:E que Carona!
Eles vêm triceratops,no mesmo número de Pessoas do grupo deles e eles sobem um em cada tricerátops,e,vão indo de carona até outro lugar,depois de desfrutar e aproveitar o lugar.
Marcelo diz (com aquele geito idiota de falar):Como pilota isso?
Carlos diz (todo mundo já tinha aprendido,só o marcelo não):Olha como eu faço e vai também!
Marcelo diz:Valeu hein!
Marcelo não segura direito ,e,cai de barriga nos chifres do animal,Que atravessam seu corpo,que cai é é esmagado por vários tricerátops.
Capítulo 4:Corram!
Eles chegam á um lugar rochoso,com alguns arbustos,parecendo sem vida,sendo que de água,só havia um pequeno riozinho.
Carlos diz ter ouvido um barulho de caminhadas.
Maira pergunta parecer o que
Ele diz que parece um carnívoro correndo,todos correm,pela ordem de carlos,mas maiara,tão impressionada,paralisa,e treme,Um alossauro aparece e a devora.
O grupo se pergunta o que aconteceu,e carlos vê o alossauro vindo,com só uns pedaços da roupa De Maiara,e ele confirma para todos:O alossauro a devorou.
Capítulo 5:Os Mosassauros!
Eles encontram um riacho,e,como precisam atravessá-lo,pulam nele nadam e nadam mas os mosassauros são rápidos e fazem uma vítima:Gabriel.
Carlos é mordido no pé por outro mosassauro,e puxado mas ele também puxa seu pé,que é livrado dos poderosos dentes do Mosassauro,mas sai gravemente ferido,sem poder andar.
Ele deita no solo,em que todos já estão e diz que acha que esse é seu fim,pois sem poder correr,nem andar bem,pode vir um carnívoro e o devorar,mas Kelvin,que já cuidou dessas coisas,o recupera,e em alguns minutos já se recuperou e foi na hora:Pois eles ouvem algo. o que seria?
Capítulo 6:Inacreditável!
E... o animal,no barro vermelho com 4.589 (Quatro Mil quinhentos e oitenta e Nove)Metros quadrados coberto de árvores
é um gigantossauro!
O animal,brigando com outro macho por uma fêmea,sente o cheiro e chama todos gigantossauros em grupo,para pegar eles,A fêmea,devora Rafael,que so sobram as roupas rasgadas e cheias de sangue e ele diz:Socorro! Alguém me aju! (nem terminou de falar,pois já stava na boca dela)
E dois deles Arrancam dois pedaços De Natália outros dois Fazem dois pedaços de Millena.
Capítulo 7:Na floresta,á noite...
Todos dizem que parecem Ouvir Algo,E...
É um carnotauro!,o carnotauro os vê,carlos pega a lanterna,e ilumina o caminho,O carnotauro tenta morder o braço de edilaine,mas passa de raspão,e tenta morde-la novamente,chegando a ferir o braço,mas ela escapa,Alex,Pega seu super Tranqüilizante e tranquiliza o animal,que em 2 segundos dorme,Eles encontram uma portinha no chão,a abrem,e,vem vários Tubos de ensaio,e numa cela,um homem com aparência de uns 54 anos,Eles o soltam,e perguntam o que ele faz lá,pra que tantos Tubos de ensaio,e por que preso? ele diz que uns guardas,o mandam fazer mais dinossauros,pensando ser ele o responsável por isso,e como ele não os fez,e não sabe fazer,os prende,por não fazer,e deixam dinossauros ir lá,para o assustar,e eles tentam pegá-lo os tubos,são por que o local,é o Labóratorio De Dr. Kirk e ele que fez os dinos,os gurdas,são assistentes de Dr. Kirk,que são vestidos de preto,com um vidrinho negro nos olhos,em que o que está no lado dos olhos deles,vê normalmente,mas de fora,não se vê nada,e o homem,diz que sabe fazer dinos,mas nunca fez e não quer fazer.
Elew diz que se pega os mosquitos nos âmbares,e Usa o DNA no sangue que o animal Possui dentro,pois sugava sangue dos dinos,e,assim que se faz dinos.
Eles ouvem algo andando lá fora,e se escondem lá
Capítulo 8:Perigo!
Sobreviventes:Dr. Alex,Alexandre,Kelvin,Dr. Carlos,Guilherme F.,Guilherme K.,Letícia,Wanderlei E Edilaine.
Numa Floresta...
Eles,já mortos de Fome,encontram alguém,com aparência de outro esfomeado:Um Velociraptor Mongoliensis!
Eles Correm,mas o Velociraptor,pula encima De Letícia,Ele a corta Inteira,e,os outros,saem,depois de ver a cena,e despistam o Velociraptor,que começa Comendo a cabeça dela.
Eles,ficam aterrorizados.
Ficam Com Muito Medo Que O Animal Os Encontre
Capítulo 9:Perigo Em Dobro!
Eles andam até que encontram,nada a mais,nada a menos,que um casal de Spinosaurus Aegepticus!
Dr. Alex Diz que depois de criar 1 Espinossauro,ele criou Mais um,só que fêmea!
E ainda,que estão cuidando dos filhotes,que nasceram a 10 minutos atrás,O Macho,tenta pegar eles,e Wanderelei diz:Ele vai me pegar!!!
O Dinossauro Pega wanderlei,Que é Devorado Imediatamente.
Os amigos,fogem,e se deparam com outra coisa:Um Alossauro!
Capítulo 11:Perigo áquatico também!
Nossos amigos já estão á 8 semanas lá,e morrendo de fome...
Eles encontram,no meio da tempestade,uma lagoa enorme,eles resolvem lavar as mãos,e,aparece um enorme Sarcosuco!
Eles correm,e ficam a 50 metros do animal!
Eles,vão indo mais perto,e mais,e mais,e percebem que só estão á 5 metros dele!
edilaine,pisa numa folha,e é quase atacada e devorada,por um triz,ela não é devorada.
Se ela não fosse rápida,como sempre,ela Seria mais uma vítima!
Eles saem de lá,até perceberem que estão no território dos Gallimimus!
Eles se escondem atrás dum galho muito e muito grande,caído,pois sabem que um T-rex está vindo.
O T-rex aparece,tenta morder um dos gallimimus,não consegue (Todos correm,claro.)
Na segunda vez,morde o mesmo,mas consegue,O mata e arranca o pescoço e come,olhando na direção deles.
Capítulo 11:Muito,Muito Belo!
Eles encontram um lago,chei de Braquiossauros,Parassaurolofos,Pterodáctilos,E muito mais!
Deve ser o Local de abastecimento deles,Braquiossauros tomando água,Braquiossauros Nadando,Parassaurolofos,bebendo água e nadando,Pterodáctilos pescando,voando.
Um Lugar Calmo!
Cheio De Frutas para comer...,Muitas plantas,ótimo E belo,Muito Belo!
Eles comem Alguns abacaxis,Ou melhor,Um só! era um abacaxi enorme.
Eles quase não comeram a metade,mas foi tudo,deram pouquinho A um parassaurolofo e um Braquiossauro.
Carlos diz,que todas frutas de lá,estão maiores,de tão bom o lugar.
Capítulo 12:O terrível...T-rex fêmea!
Eles estão numa parte da ilha,á noite,numa tempestade,em segurança,pois há uma cerca muito grande de 100.000.00 Volts (Alta Tensão)
E logo ao lado,é mantido um t-rex fêmea,sozinha com filhotes,o macho solto,em um lugar longe,mas,a fêmea deixa cair,primeiro,a perna do bode que devorou,encima dos vidros da frente do Jipe e edilaine grita pois ficou com medo,e aparece,só a cabeça,engolindo o resto do Bode.
Ela olha para os jipes,e some,depois,eles ouvem algo destruindo a cerca enorme,que estava desactivada,e era de metal,com uma placa informando:Danger,100.00.00 Volts,Keep away!
Ela Foge,e passa na frente do jipe em que Carlos está
e edilaine,no outro jipe,liga a lanterna,atraindo O animal
Que vai lá,derruba o Veículo
E quebra uma das vidraças,e tenta morde-los,mas é tranquilizada,e dorme.
Capítulo 13:Quem ganha?
Num lugar,seco,com um rio ao redor,coberto por árvores,eles encontram,ossos,carne,sangue de tempo...
Inserir efeito:Do meio de plantas,aparece o crânio de um Espinossauro,Carlos diz,que é para nimguém se mecher,eles correm,carlos fica lá,mas logo corre também.
Eles se deparam com outra criatura,marrom,com dentes poderosos,um olhar amedrontador,e um tamanho nada pequeno,um Carcarodontossauro,carlos,vê dois troncos juntos,e,se esconde no meio deles,os outros em outros lugares,O carcarodontossauro e o espinossauro lutam,no começo o grande espinossauro,morde o pescoço do inimigo,e bate o corpo dele numa árvore,que quebra.
Mas o carcarodontossauro abocanha a nuca do espinossauro,rapidamente torcendo o pescoço dele,que morre o grande réptil,core atrás deles,eles o despistam,mas,não estão seguros,algo deságradavel está lá,e é um...
Capítulo 14:Essa não foi nada boa!
E,é apenas um braquiossauro!
Mas aparecem Megaraptores,que o atacam,e logo começam a devorá-lo,Todos resolvem fugir,e encontram um grupo de parassaurolofos,pterodáctilos,o local de abastecimento,eles resolvem dar um pulinho na água,mas á alguns Sarcosucos,que quase os devoram,mas ninguém se fere.
Agora,eles se metem é com uns Diplódocos,mas,não tem nenhum perigo né?
em breve faze 15
sábado, 22 de novembro de 2008
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